domingo, 21 de abril de 2019

13:54

Meia Lua de Frente

Meia Lua de Frente

A partir da Ginga levanta-se a perna aliviada - mais traseira - e roda-se numa trajetória correspondente a semicírculo. É necessário que, no movimento, não se perca a orientação. Para melhor equilÍbrio, empurram-se os braços em sentido contrário.
 

É um golpe que pode ser aplicado de duas formas:

a) A perna de trás sai esticada fazendo um movimento de giro de fora para dentro. A parte que toca o adversário é a parte lateral interna do pé.
 
b) A perna detrás sai esticada fazendo um movimento de giro de dentro para fora. A parte que toca o adversário é a parte lateral externa do pé. 
 
13:50

Meia Lua de Compasso

Meia Lua de Compasso

Também conhecida como Rabo de Arraia. Tal como na Meia Lua de Frente, levanta-se a perna e roda-se de modo a se fazer um semi-circulo, mas desta feita, o movimento é feito com ambas as mãos no chão e de costas voltadas para o oponente. É um movimento muito comum na Capoeira, que para ser eficaz deve ser efectuado muito rapidamente. O Capoeirista também deve ter cuidado ao levantar a cabeça,  porque normalmente este movimento é respondido também com qualquer tipo de Meia Lua.
07:41

Martelo

Martelo

Estando de frente para o adversário, a perna que está atrás sobe, flexionada, e distende-se para tocar o adversário. Aplica-se a pancada com o pé.

06:44

Armada

Armada

Trata-se de um pontapé rodado muito comum em Capoeira. Parecido com uma Meia Lua, devido à rotação, começa-se, como quase sempre, a partir da Ginga. Neste caso não existe apenas um rotação da perna, mas também uma importante rotação de corpo.

sábado, 20 de abril de 2019

15:06

BERIMBAU

BERIMBAU


O berimbau é que cria o clima e dita o jogo que vai acontecer na roda. Dizem os velhos mestres: "O berimbau ensina !" 


Os berimbaus criam uma corrente e uma vibração que, junto com as palmas, os cantos, o pandeiro e o atabaque, influenciam os jogadores.

Existem três tipos de berimbau:


Gunga ou Berra Boi: de som mais grosso, faz o papel de contrabaixo: marca o ritmo e faz a marcação do toque, tem uma cabaça maior e raramente executa uma virada durante a melodia;

Médio: ou de centro, ou simplesmente "berimbau", dobra em cima do ritmo básico do Gunga: é como se fosse o violão, ou guitarra de ritmo; Tem um som regulado entre o grave do Gunga e o agudo do Violinha, tem uma afinação mediana que permite ao tocador executar a melodia fazendo o solo da música. É permitido ao tocador de um médio a execução de algumas viradas e alguns toques de repique. Porém, com moderação, para não abafar o Violinha e nem destoar do Gunga, pois o médio é que faz o apoio ao som do Gunga e a base do som do Violinha é ele que determina o toque que será feito para o jogo.

Viola: ou violinha, é o berimbau de som mais agudo; faz os "contratoques" e improvisos: equivaleria ao violão ou guitarra-solo; Tem uma cabaça pequena e bem raspada por dentro para ficar bem fina, tem um som agudo e faz apenas o papel de executar as viradas e floreios dentro da melodia. Seu som é baseado ao som médio e do Gunga ao mesmo tempo, é o Violinha que "enfeita" a música da roda.

O berimbau é feito com um arco de madeira (chamada biriba), e com um fio de arame preso nas duas extremidades desse arco. Uma cabaça com uma abertura em um dos lados é presa à parte inferior externa do arco, aproximadamente de 20 a 25 centímetros da ponta do instrumento, com um pedaço de corda. Essa corda é também amarrada em torno do fio de arame, e quando pressionada ela altera o som do mesmo. Os tons do berimbau são modificados pela aproximação e afastamento da cabaça em relação ao corpo do músico, assim abrindo ou fechando o buraco.

Um bom capoeira é "obrigado" a saber tocar os três tipos de berimbau e executar suas viradas quando possível. É o tocador do médio que ordena o toque e dá a senha para a saída do jogo. Numa roda de capoeira quando o jogo é de Angola, usa-se o trio completo de berimbaus, juntamente com o atabaque e dois pandeiros.

Os outros 3 componentes: o dobrão, que é segurada contra o arame, uma pequena vareta para tocar o fio (baqueta), e o caxixi.


segunda-feira, 11 de abril de 2016

12:38

TRABALHO SOCIAL


PEDAGOGIA INCLUSIVA

A capoeira como instrumento inclusivo deve ser cuidadosa em seus métodos e em suas bases pedagógicas. Deve promover a reflexão e o exercício diário dos valores. Deve ter como base a afetividade e o estabelecimento de vínculos saudáveis e construtivos que contribuam para a formação da identidade dos seus praticantes. Em todo o Brasil, têm proliferado os trabalhos do terceiro setor em diversos projetos junto às comunidades. A capoeira vem ocupando espaço de destaque nesse contexto e oferecendo contribuições significativas para a inclusão social.

QUEM PARTICIPA DO PROCESSO

A capoeira vem promovendo inclusão de pessoas que, até bem pouco tempo, estavam distantes e separadas da sua prática, mesmo sendo uma arte genuinamente brasileira. A presença das mulheres, por exemplo, era um acontecimento raro. As que se arriscavam a entrar na roda ganhavam notoriedade. Aos olhos do preconceito, capoeira sempre foi para homens. Nos últimos anos, essa realidade vem sendo modificada radicalmente e, em alguns grupos, as mulheres chegam a ser maioria nas aulas e nas rodas. São realizados encontros femininos de capoeira, nos quais são discutidos temas relacionados com a afirmação e a valorização da mulher na e por meio da capoeira. Na capoeira não existe distinção entre roda feminina e masculina. São iguais as possibilidades para mulheres e homens, que jogam, cantam e tocam de igual para igual. Existem respeito e integração de gênero, e participam deste processo crianças, adolescentes e adultos.

NAGOAS
12:34

FILOSOFIA


A capoeira desempenha um papel fundamental para promover inclusão social, igualdade e cidadania.
Podemos identificar as diferenças e as contradições sociais em diversas partes da sociedade, como nas condições de vida, nas oportunidades de estudo e de trabalho, no acesso aos serviços fundamentais de habitação, saúde, segurança, transporte, esporte, lazer e cultura.

A capoeira é atividade/produto da cultura popular, a sua aplicação na formação de crianças e adolescentes contribui para reverter esse quadro favorecendo a aproximação das pessoas, valorizando-as em essência, e não pelas suas condições materiais ou intelectuais.

Promove no meio onde ela é praticada construção de espaços democráticos, onde todos têm direitos e oportunidades iguais, nivelando os seus praticantes; despertando a consciência política e a capacidade de afirmação da cidadania e dos direitos humanos fundamentais.
Ela é uma expressão cultural de origem Afro-brasileira, incorporando movimentos de luta, acrobacias, dança, percussão e musicalidade num diálogo rítmico harmonizando o corpo, a mente e o espírito.

NAGOAS

domingo, 10 de abril de 2016

16:15

SAMBA DE RODA!

15:53

MESTRE BIRA

15:24

VIDEO 20 ANOS NAGOAS

14:25

MESTRE TAZ

14:17

MESTRE THIAGO

quarta-feira, 27 de maio de 2015

11:40

MESTRE CEGONHA

sexta-feira, 1 de maio de 2015

11:20

O QUE O ALUNO PRECISA APRENDER NO CORDEL VERDE E AMARELO?

Cordel Verde e Amarelo

ARPÃO

Golpe desferido com o joelho contra o adversário, de baixo para cima ou lateral.

AÚ AGULHA

É um AÚ no qual o praticante leva as duas mãos ao chão subindo imediatamente as duas pernas, juntando-as no alto, esticada. Ainda no alto dá-se uma torção no corpo, tocando o chão com as pontas dos pés. Inicia-se o AÚ AGULHA de lado, mas ao tocar ao chão, o capoeirista estará com a frente voltada para onde iniciou o AÚ.

AÚ CORTADO

Consiste em aplicar um AÚ quando o adversário estiver no chão. Aplica-se ao AÚ por um dos lados do adversário e, quando as pernas estiverem esticadas no alto dá-se uma torção no corpo, caindo sobre o oponente com uma das pernas esticadas, atingindo-o com o calcanhar.


BANDA

É uma rasteira com uma perna semiflexionada. Aplica-se em pé.


CABEÇADA

Golpe aplicado na região abdominal do adversário, geralmente quando ele sai de AÚ.

CHAPA NO CHÃO

É um golpe aplicado de costa ou de lado, tendo como base as duas mãos e um dos pés. Aplicando de lado e estando na negativa com a perna direita esticada, a perna que toca o adversário é a esquerda. Para aplicá-la de costas, estando na negativa, faz-se um meio giro, ou seja, uma meio rolê, ficando de costa para o adversário. Encolhe-se o perna de base, ou seja, a direita e aplica-se a pancada com a mesma, distendendo-a contra o adversário. A pancada é aplicada com a planta do pé ou com o calcanhar, distendendo a perna na horizontal ou de baixo para cima.

CHULIPA

Aplica-se uma rasteira na frente do adversário como se quisesse derrubá-lo. Se a rasteira for dada com a perna esquerda, antes de completar o giro, deve-se dar um telefone ou um galopante com a mão.

CORTA CAPIM

Uma das pernas executa giros completos sob o corpo, tendo as duas mãos e um dos pés como apoio no chão. Os pontos de apoio devem erguer-se do solo a medida que a perna passa por eles durante o movimento de giro.

MACACO

Consiste na aplicação de um salto para trás, cujo o movimento inicia-se com agachamento e a colocação da mão no chão, para trás, e do lado do corpo. Dá-se um impulso no corpo, iniciando-o na ponta dos pés, e executa-se o giro completo, para trás, terminando o salto com os pés juntos e na posição que se iniciou o movimento.

MARTELO DE CHÃO

É um martelo aplicado tendo como base uma das mãos no solo. A mão que vai ao solo é mão oposta a perna que aplica o martelo.

MEIA LUA DE COMPASSO

É um golpe no qual o participante agacha-se sobre uma das pernas e com a outra perna livre faz um movimento de rotação, varrendo a horizontal ou a diagonal. Quando inicia-se o movimento de rotação, as duas mãos tocam o solo para melhorar o equilíbrio.

MEIA LUA PRESA

É um golpe no qual o participante agacha-se sobre uma das pernas e com a outra perna livre faz um movimento de rotação, varrendo a horizontal ou a diagonal. Quando inicia-se o movimento de rotação, uma das mãos toca o solo para apoio ou equilíbrio.


MEIA LUA SOLTA

Trata-se de um salto, girando-se sobre a cabeça e estando ela para um lado. No final do movimento cai-se no chão com base de negativa, No início do giro, uma das pernas deverá estar encolhida e a outra esticada.

TOCAR PANDEIRO OU ATABAQUE




segunda-feira, 27 de abril de 2015

10:37

O QUE O ALUNO PRECISA APRENDER NO CORDEL VERDE?

Cordel Verde

GINGA

É a troca constante de base. Característica da Capoeira que consiste na movimentação de braços e pernas executados pelo capoeirista, em movimento de vai e vem, avanços e recuos, iludindo o adversário e buscando a melhor oportunidade para desferir os golpes e contragolpes.

NEGATIVA

É uma esquiva em que o praticante de Capoeira se abaixa apoiado em uma das pernas e com a outra esticada, uma das mãos no chão e a outra em frente ao rosto. Podendo também colocar as duas mãos no chão ao lado da perna que estiver esticada. A característica deste movimento geralmente é de defesa, porém, se as mãos estiverem para o lado da perna esticada, propicia ao executor a oportunidade de aplicar uma rasteira logo em seguida.

QUEDA DE QUATRO

É uma esquiva em que o praticante de Capoeira se abaixa jogando o corpo para trás, e se apoiado nas mãos, ficando, portanto, com um total de quatro apoio no solo: as mãos e os dois pés. Se o capoeira se locomover nesta posição, dá-se o nome de ARANHA.

NEGATIVA DE FUGA

É uma esquiva em que o praticante de Capoeira se abaixa apoiado em uma das pernas e com a outra esticada, uma das mãos no chão e a outra em frente ao rosto. Podendo também colocar as duas mãos no chão ao lado da perna que estiver esticada. A característica deste movimento geralmente é de defesa.


RESISTÊNCIA

É uma esquiva na qual o praticante de Capoeira se abaixa e fica com três pontos de apoio, os pés e uma das mãos. As duas pernas deverão estar dobradas e a mão que vai ao solo poderá estar por trás do corpo, pela direita ou esquerda. O corpo poderá estar curvado para trás ou mesmo erguido. O que caracteriza a resistência são os três pontos de apoio com as duas pernas dobradas.

BÊNÇÃO

O capoeirista em base, uma perna na frente e a outra atrás, procurando atingir o adversário com a perna de trás, com o calcanhar ou a ponta dos pés, sendo que a ponta dos artelhos deverão estar voltadas para cima. Também pode ser um golpe ofensivo.

MARTELO

Estando de frente para o adversário, a perna que está atrás sobe, flexionada, e distende-se para tocar o adversário. Aplica-se a pancada com o pé.

PISÃO


QUEIXADA

É um golpe traumático que se aplica estando de pé, tendo como base uma das pernas e suspendendo a outra contra o oponente, visando, especialmente, o seu queixo. A perna é deslocada retesada e a parte que toca o oponente é a lateral externa do pé.

ARMADA

MEIA LUA PRESA

MARTELO DA NEGATIVA

QUEDA DE QUATRO E CHAPA

MEIA LUA DE FRENTE OU PASSA PÉ

É um golpe que pode ser aplicado de duas formas:

a) A perna de trás sai esticada fazendo um movimento de giro de fora para dentro. A parte que toca o adversário é a parte lateral interna do pé.
b) A perna detrás sai esticada fazendo um movimento de giro de dentro para fora. A parte que toca o adversário é a parte lateral externa do pé. 

AÚ SIMPLES


É um movimento característico da Capoeira no qual o praticante leva as duas mãos ao chão subindo imediatamente as duas pernas, geralmente esticadas, e caindo em pé. É sempre feito para o lado, sendo que possui diversas variações, pois uma das pernas, ou mesmo as duas, também poderão passar encolhidas para maior defesa do corpo. A perna que dá o impulso é a perna do lado que se vai aplicar o AÚ. A perna que primeiro atinge o chão é justamente a outra que ao fim do golpe, se dobra um pouco para melhorar atingir o chão. Também pode ser um golpe ofensivo.


OUTROS MOVIMENTOS

COCORINHA

É uma esquiva de capoeira na qual o participante se abaixa, de frente par o adversário, com o braço protegendo o rosto, não sendo admitido que as mãos toquem o chão. O apoio do corpo deverá ser apenas sobre os dois pés, podendo estar estes sobre as pontas ou não.


RASTEIRA

É um movimento de Capoeira no qual o praticante busca desequilibrar o seu oponente, abaixando-se e aplicando um rapa com o pé, que passa rente ao chão.


TESOURA DE CHÃO

É um movimento no qual o praticante de Capoeira procura atingir o pé de apoio do adversário, esticando a perna que esta encolhida formando uma tesoura com a outra que já estava no chão.

VOLTA AO MUNDO

É um ritual existente no jogo de Capoeira Regional. Quando um dos capoeirista bate palmas por trás, pelas costas, está convidando o oponente para que o acompanhe, afim de descansar. É obrigatório acompanhá-lo, sendo que o convidado não deve atacar.

RECONHECIMENTO DO INSTRUMENTOS LIGADOS À CAPOEIRA



09:33

RODA DE CAPOEIRA MESTRE MARTINS - RAMOS - RJ

09:24

RODA DE CAPOEIRA MESTRE BOGADO - NITERÓI - RJ

Quem Somos

authorAssociação de Capoeira Nagôas fundada em 1996, com sede em Petrópolis - RJ
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